Viver em Itu é bom, mas falta muita coisa

Viver em Itu é bom, mas falta muita coisa

A equipe do programa Fala Galvão saiu as ruas nesta última semana para saber o que o povo quer para Itu. Centenas de pessoas foram entrevistadas e através das respostas foi possível identificar e classificar algumas prioridades que o povo espera.
A maioria respondeu que ama a cidade, mas sente muita falta de um atendimento na área da Saúde com qualidade, o assunto destaque foi a saúde devido o atual prefeito ter prometido a reabertura do Hospital São Camilo, e infelizmente ficou só na promessa.
Outra assunto que gerou muita discussão foi a falta de emprego, muitos relatam que estão desempregados há quatro anos, são pessoas que já perderam a esperança e estão buscando outras alternativas para conseguir um sustento para a família.
Para os adultos, Itu é uma boa cidade para se viver, embora reconheçam que é preciso acelerar mais as ações na área de saúde, oportunidades de emprego e segurança.
Já os jovens, não vêem Itu com nenhum entusiasmo. O limite, para eles, é a falta de oportunidades nos três principais pilares de suas vidas: trabalho, estudo e lazer. Em relação ao trabalho, querem o desenvolvimento para conseguir trabalho e uma melhor remuneração. Diante deste quadro, acham que sair de Itu em busca de trabalho e melhores condições em cidades vizinhas e até na capital é uma alternativa inevitável para muitos.
Quanto ao estudo, reclamam da inexistência de faculdades públicas e instituições que ofereçam cursos profissionalizantes gratuitos. Dizem que querem estudar, mas não sabem como.
No item lazer, a sensação de falta de alternativas é comum a todos. A demanda é por danceterias, parques de diversão, quadras esportivas, piscinas públicas etc. Resumindo, os jovens ituanos têm a sensação de exclusão, de que a cidade não é deles. Eles se sentem na “antiguidade” e, para a maioria dos entrevistados, a responsabilidade é do Prefeito, dos políticos, dos “conservadores” como eles mesmos dizem.
Um destaque também foi pela falta de acessibilidade que norteiam o município, “sentimos que Itu não tem um trabalho de inclusão isso nos gera revolta” destaca uma das jovens entrevistada.

 

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